Casino da Madeira recebeu uma noite de celebração dos 116 anos do Club Sport Marítimo, marcada pela presença da família verde-rubra, pela homenagem aos sócios e pela evocação da história do Clube
O Marítimo celebrou os seus 116 anos junto daqueles que dão verdadeiro sentido à sua história: os maritimistas.
O Casino da Madeira encheu-se, este sábado, de verde-rubro para receber o tradicional Jantar de Aniversário do Club Sport Marítimo, numa noite de convívio, emoção e celebração que reuniu centenas de sócios, adeptos, dirigentes, antigos atletas, figuras ligadas ao Clube e diversas entidades oficiais.
Foi uma noite de Maritimismo. Uma noite em que diferentes gerações se sentaram à mesma mesa e partilharam o orgulho de pertencer a uma instituição com 116 anos de história.
Num ano particularmente simbólico, em que o Marítimo assinala o centenário da conquista do Campeonato de Portugal de 1925/26 e regressou ao principal escalão do futebol português, o jantar assumiu também um significado especial na celebração da identidade e da memória verde-rubra.
Uma homenagem a quem fez do Marítimo uma parte da vida
Um dos momentos mais marcantes da noite foi a homenagem aos sócios que completaram 50 e 75 anos de associativismo.
Foram distinguidos 36 sócios com 50 anos de ligação ao Club Sport Marítimo, numa justa homenagem a décadas de dedicação, fidelidade e paixão pelo emblema verde-rubro.
A distinção pelos 75 anos de associativismo teve um significado particularmente especial. José Marcelo Morna, sócio número 5 do Marítimo, recebeu o emblema de diamante, num dos momentos mais emotivos da noite e que mereceu um forte aplauso de toda a sala.
São histórias como estas que explicam a dimensão do Marítimo. Sócios que atravessaram décadas ao lado do Clube, que acompanharam gerações de atletas e equipas e que mantiveram sempre viva a ligação ao verde-rubro.
Uma sala cheia de história
O Jantar de Aniversário foi também um encontro entre diferentes épocas da história maritimista.
Entre as muitas caras conhecidas presentes esteve Grisaleña, antigo guarda-redes verde-rubro que marcou uma geração, e Eduardo Luís, protagonista da primeira subida do Marítimo à I Divisão, em 1976/77, que regressou à Madeira para participar nesta celebração e reencontrar antigos companheiros.
A presença de antigas figuras do Clube, lado a lado com os atuais representantes da família maritimista, tornou ainda mais evidente a ligação entre o passado, o presente e o futuro do Marítimo.
Música, emoção e memória verde-rubra
A celebração contou igualmente com momentos musicais que contribuíram para o ambiente festivo vivido no Casino da Madeira.
Um dos momentos aguardados da noite foi a estreia da nova música de homenagem à conquista do Campeonato de Portugal de 1925/26, da autoria de André Santos, evocando uma das páginas maiores da história do Clube e assinalando de forma especial o centenário dessa conquista.
A música juntou-se, assim, às homenagens e às memórias numa noite em que a história do Marítimo esteve sempre presente.
Uma noite em família
Com o Casino da Madeira vestido de verde-rubro, o Jantar de Aniversário voltou a afirmar-se como um dos momentos altos das celebrações do aniversário do Clube.
Mais do que uma cerimónia, foi um encontro da grande família maritimista.
Foram os sócios. Foram os adeptos. Foram os antigos e os atuais representantes do Clube. Foram aqueles que carregam décadas de Marítimo no coração, todos unidos pela mesma paixão.
A celebração dos 116 anos fica, assim, marcada por uma noite em que o Marítimo voltou a olhar para a sua história, homenageou aqueles que a ajudaram a construir e celebrou, em família, o presente e o futuro.
116 anos de história.
116 anos de Maritimismo.