Com o Estádio do Marítimo novamente cheio, os verde-rubros enfrentaram o líder do campeonato com personalidade e deram razões aos adeptos para acreditar no caminho que está a ser construído. O empate teria sido um prémio para esse esforço.
Os verde-rubros adiantaram-se aos 16 minutos, com um grande remate de Gábor Szalai, após passe de Maxime Dominguez. Com organização e personalidade, o Marítimo criou dificuldades ao adversário e esteve perto do segundo golo por Martín Tejón. O empate portista chegou aos 42 minutos, por Froholdt.
Na segunda parte, a equipa respondeu à pressão dos visitantes com trabalho coletivo e intervenções decisivas de Fran Vieites. O FC Porto chegou à vantagem aos 84 minutos, por Pietuszewski, num lance inicialmente anulado e depois validado pelo VAR, com o jogador portista a ser "colocado" em posição por apenas um centímetro.
O Marítimo não desistiu. Aos 90 minutos, Paulo Henrique obrigou Diogo Costa a uma defesa incompleta, com Bednarek a afastar o perigo. Até ao fim, os verde-rubros procuraram um empate que seria um prémio para o esforço da equipa, mas não conseguiram alterar o marcador que ficou fixado em 1-2.
Ficou a entrega de um grupo que continua a trabalhar para crescer, acompanhado pelo apoio dos maritimistas num estádio lotado. Uma união, dentro e fora do campo, para levar aos próximos desafios.